sexta-feira, 29 de maio de 2009

What's going on with me?

Acho que ninguém gosta de ler lamentações em blogs, se este é o seu caso, pode parar por aqui porque o post é meio estranho.

Hoje no trabalho tive um problema, nada sério, coisas de rotina, mas abri a boca pra chorar e não conseguia parar. Ai, que situação chata, viu!

Meu chefe sem entender nada achando que eu estava passando mal, a secretária com os olhos estatalados querendo entender o porque do choro e eu ali, em pé, com falta de ar de tanto que eu chorava. Acho que no fundo é um pouco de stress, este trimestre estou full-time no mestrado e tenho 3 grandes projetos pra entregar, sendo que um deles tenho que enviar online pra minha professora no domingo e eu ainda nem comecei.

Espero que vocês tenham um fim de semana melhor do que o meu!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Na praia

Eu adoro chuva, mas a noite quando eu estou em casa pronta pra deitar. Adoro apagar as luzes e ficar quietinha na cama vendo e ouvindo os relâmpagos e trovões, mas aí fico de saco cheio quando a chuva simplesmente não vai embora. Por aqui está chovendo desde sexta passada, quase uma semana sem ver Sol... E por falar em Sol, na última semana de abril o tempo estava ótimo, 33C e nada de umidade, perfeito pra passar o dia na praia!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Fofão

Ontem enquanto assistíamos o jornal, fiz uma piada de extremo mau-gosto sobre uma das notícias que não tenho coragem de repetir aqui, mas resumindo tudo, comparei alguém com o Fofão e mostrei uma foto dele pro James.

Pra ele, o Fofão é uma mistura de monstro com alguma criatura demoníaca! E ele não acredita que o show apresentado pelo Fofão era um show pra crianças. Ficamos um bom tempo discutindo a existência da figura...Ah, eu acho o Fofão uma gracinha, adoro a voz e o estilo dele, realmente não consigo enxergar este lado monstruoso. E você, concorda comigo ou com o James? O Fofão é fofo ou monstro?

terça-feira, 28 de abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ovos de Páscoa

O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.

A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.

Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas.

Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

Ovos de chocolate

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecerá apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.

Fonte: Wikipedia